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17/05/2017

Papa: a paz de Deus não se pode comprar, sem Cruz não é verdadeira paz

“A paz que nos dá o mundo – comentou - é uma paz sem tribulações; oferece-nos uma paz artificial” uma paz que se reduz à “tranquilidade”. É uma paz, - disse ainda -, “que somente olha para seus próprios interesses, suas próprias certezas, que não falte nada”, um pouco como era a paz do homem rico. Uma tranquilidade que nos torna “fechados”, que não se vê “além”: “O mundo nos ensina o caminho da paz com a anestesia: nos anestesia para não ver outra realidade da vida: a Cruz. Por isso Paulo diz que se deve entrar no Reino dos céus através do caminho com tantas tribulações. Mas se pode ter paz na tribulação? De nossa parte, não: nós não somos capazes de fazer uma paz de tranquilidade, uma paz psicológica, uma paz feita por nós porque há tribulações: há quem tenha uma dor, uma doença, uma morte ... existem. A paz que Jesus dá é um presente: é um dom do Espírito Santo. E esta paz está no meio das tribulações e segue em frente. Não é uma espécie de estoicismo, o que faz o faquir: não. É outra coisa”. A paz de Deus não se pode comprar, sem Cruz não é verdadeira paz A paz de Deus, - retomou o Papa - é “um dom que nos faz seguir em frente”. Jesus, depois de ter dado a paz aos discípulos, sofre no Jardim das Oliveiras e ali “oferece tudo à vontade do Pai e sofre, mas não falta o consolo de Deus”. O Evangelho, de fato, narra que “lhe apareceu um anjo do céu para consolá-lo”. “A paz de Deus é uma paz real, que está na realidade da vida, que não nega a vida: a vida é assim. Há sofrimento, há os doentes, há tantas coisas ruins, há guerras... mas a paz de dentro, que é um dom, não se perde, mas se vai em frente carregando a Cruz e o sofrimento. Uma paz sem Cruz não é a paz de Jesus: é uma paz que se pode comprar. Podemos fabricá-la nós mesmos. Mas não é duradoura: termina”. Peçamos a graça da paz interior, dom do Espírito Santo Quando alguém fica com raiva, - observou Francisco -, “perde a paz”. Quando meu coração “fica turbado - acrescentou - é porque não está aberto à paz de Jesus”, porque eu não sou capaz de “levar a vida como ela vem, com as cruzes e as dores que vêm”. Em vez disso, devemos ser capazes de pedir a graça, de pedir ao Senhor a Sua paz: “Devemos entrar no Reino de Deus através de muitas tribulações. A graça da paz, de não perder a paz interior. Um Santo dizia, falando sobre isso: 'A vida do cristão é um caminho entre as perseguições do mundo e as consolações de Deus' (Santo Agostinho, De Civitate Dei XVIII, 51 nota). O Senhor nos faça compreender como é esta paz que Ele nos dá com o Espírito Santo”. (SP) (from Vatican Radio)
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14/02/2018
Santa Sé: inserir direito à liberdade religiosa no Pacto Global sobre Refugiados
A Santa Sé aprecia, em suas objeções e visão, o esboço do Pacto Global sobre Refugiados, sublinhando que foram deixados de lado alguns aspectos importantes como, por exemplo, a referência à dimensão espiritual dos refugiados, os seus direitos de liberdade religiosa e a necessidade de fazer mais para respeitar a unidade da família.

08/02/2018
Bento XVI: "Estou peregrinando rumo à Casa"
“No lento declínio das forças físicas, estou peregrinando interiormente rumo à Casa…”: é o que escreve o Papa emérito Bento XVI em uma breve carta dirigida ao jornal italiano ‘Corriere della Sera’, em resposta às preocupações e pedidos dos leitores de notícias sobre suas condições de saúde. A carta está publicada na edição desta quarta-feira (07/02) do cotidiano.

07/02/2018
Dia de Jejum e Oração pela Paz, participação de outras religiões
No Angelus do último domingo, 4 de fevereiro, o Santo Padre anunciou a realização de um Dia de Oração e de Jejum pela Paz, para a sexta-feira 23 de fevereiro. Em particular, pela paz na República Democrática do Congo e no Sudão do Sul.

06/02/2018
Papa: Beato Teresio, modelo de esperança e fraternidade para os jovens
Logo após rezar o Angelus este domingo na Praça São Pedro, o Papa Francisco recordou o “heroico sacrifício” do jovem Teresio Olivelli, morto em um campo de concentração nazista e beatificado no sábado 03/02, na cidade italiana de Vigevano. “Ontem, em Vigevano, foi proclamado beato o jovem Teresio Olivelli, morto por sua fé cristã em 1945, no campo de concentração de Hersbruck. Ele deu testemunho a Cristo no amor pelos mais fracos e se une à longa lista dos mártires do século passado. Que o seu heroico sacrifício seja semente de esperança e de fraternidade sobretudo para os jovens”.

05/02/2018
Papa: são poucos os que lutam pela vida no mundo de hoje
Depois de rezar o Angelus, o Papa Francisco também recordou, que neste domingo é celebrado na Itália o Dia pela Vida, demonstrando preocupação pelo fato de que “não são muitos os que lutam pela vida no mundo”.


 

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