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Obra Missionária de Evangelização e Acolhida Social Virgem do Carmo Peregrina

05/06/2017

Papa: o Espírito cria a verdadeira unidade, a unidade na diferença

Ao falar sobre o “povo novo”, o Santo Padre recorda a passagem dos Atos dos Apóstolos que descreve a ação do Espírito Santo quando desce sobre os Apóstolos reunidos no Cenáculo: “primeiro ele pousa em cada um e depois, coloca todos em comunicação. A cada um dá um dom e coloca todos na unidade”: “Em outras palavras, o mesmo Espírito cria a diversidade e a unidade e, assim, molda um povo novo, diversificado e unido: a Igreja universal. Em primeiro lugar, com fantasia e imprevisibilidade, cria a diversidade; com efeito, em cada época, faz florescer carismas novos e variados. Depois, o mesmo Espírito realiza a unidade: liga, reúne, recompõe a harmonia”. E assim, “temos a unidade verdadeira, a unidade segundo Deus, que não é uniformidade, mas unidade na diferença”, enfatizou o Pontífice, dizendo que para se conseguir isto, devemos evitar duas tentações frequentes: procurar a diversidade sem a unidade e a unidade sem a diversidade: “A primeira é procurar a diversidade sem a unidade. Sucede quando se quer distinguir, quando se formam coligações e partidos, quando se obstina em posições excludentes, quando se fecha nos próprios particularismos, porventura considerando-se os melhores ou aqueles que têm sempre razão. Desta maneira escolhe-se a parte, não o todo, pertencer primeiro a isto ou àquilo e só depois à Igreja; tornam-se «adeptos» em vez de irmãos e irmãs no mesmo Espírito; cristãos «de direita ou de esquerda» antes de o ser de Jesus; inflexíveis guardiães do passado ou vanguardistas do futuro em vez de filhos humildes e agradecidos da Igreja”. E se corre o risco da tentação oposta, isto é, procurar a unidade sem a diversidade: “Mas, deste modo, a unidade torna-se uniformidade, obrigação de fazer tudo juntos e tudo igual, de pensar todos sempre do mesmo modo. Assim, a unidade acaba por ser homologação, e já não há liberdade. Ora, como diz São Paulo, «onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade»”. Neste sentido, devemos pedir ao Espírito Santo a graça para acolher a sua unidade e ter um olhar que “abraça e ama a sua Igreja, a nossa Igreja”: “Pedir a graça de nos preocuparmos com a unidade entre todos, de anular as murmurações que semeiam cizânia e as invejas que envenenam, porque ser homens e mulheres de Igreja significa ser homens e mulheres de comunhão; é pedir também um coração que sinta a Igreja como nossa Mãe e nossa casa: a casa acolhedora e aberta, onde se partilha a alegria multiforme do Espírito Santo”. O Papa passou então à segunda novidade trazida pelo Espírito Santo, um coração novo. Quando Jesus apareceu aos discípulos pela primeira vez após a ressurreição – explicou o Papa - não os condenou por o terem renegado e abandonado, “mas dá a eles o Espírito do perdão”: “O Espírito é o primeiro dom do Ressuscitado, tendo sido dado, antes de mais nada, para perdoar os pecados. Eis o início da Igreja, eis a cola que nos mantém unidos, o cimento que une os tijolos da casa: o perdão. Com efeito, o perdão é o dom elevado à potência infinita, é o amor maior, aquele que mantém unido não obstante tudo, que impede de soçobrar, que reforça e solidifica. O perdão liberta o coração e permite recomeçar: o perdão dá esperança; sem perdão, não se edifica a Igreja”. E justamente este “Espírito do perdão, que tudo resolve na concórdia” – sublinha Francisco - impele-nos a recusar outros caminhos: “Os caminhos apressados de quem julga, os caminhos sem saída de quem fecha todas as portas, os caminhos de sentido único de quem critica os outros. Ao contrário, o Espírito exorta-nos a percorrer o caminho com duplo sentido do perdão recebido e dado, da misericórdia divina que se faz amor ao próximo, da caridade como «único critério segundo o qual tudo deve ser feito ou deixado de fazer, alterado ou não»”. “Peçamos a graça de tornar o rosto da nossa Mãe Igreja cada vez mais belo, renovando-nos com o perdão e corrigindo-nos a nós mesmos: só então poderemos corrigir os outros na caridade”, concluiu Francisco. (from Vatican Radio)
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24/11/2017
Bispos da Argentina rezam pelos 44 tripulantes desaparecidos em um submarino
Os Bispos da Argentina expressaram sua oração e proximidade aos familiares dos 44 tripulantes desaparecidos em um submarino no Atlântico Sul. Através de um comunicado, a Comissão Executiva da Conferência Episcopal Argentina convidou os fiéis a “acompanhar a angústia que estão vivendo devido à situação do Submarino ARA e especialmente o momento pelo qual as famílias estão passando”.

23/11/2017
Papa Francisco cria nova Diocese no Brasil e nomeia seu primeiro bispo
O Papa Francisco erigiu uma nova Diocese no Brasil, a de Cruz das Almas (BA), desmembrada da Arquidiocese de Salvador, e nomeou como seu primeiro Bispo Dom Antônio Tourinho Neto, até então Bispo auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife (PE). A nova Diocese desmembrada da Arquidiocese de Salvador será composta pelos municípios de Cabaceiras do Paraguaçu, Cachoeira, Cruz das Almas, Governador Mangabeira, Maragogipe, Muritiba, Santo Amaro, São Félix, Sapeaçu e Saubara.

22/11/2017
Brasil passa a ter a menor Basílica do mundo
No alto da Serra da Piedade, em Caeté (MG), uma pequena ermida recebe há 250 anos milhares de peregrinos, levando à necessidade da construção de outra igreja maior na década de 1970; agora, esses dois templos foram elevados a Basílicas pelo Papa Francisco, sendo que um deles se tornou a menor Basílica do mundo.

21/11/2017
Ano Jubilar do centenário de Fátima será encerrado na Solenidade de Cristo Rei
No próximo dia 26 de novembro, Solenidade de Cristo Rei, o Santuário de Fátima irá promover o encerramento do Ano Jubilar do Centenário das Aparições, conforme decretado pela Penitenciaria Apostólica. Para o encerramento deste Ano Jubilar, o Bispo de Leiria-Fátima, Dom António Marto, será o delegado Pontifício, por indicação do Papa Francisco.

20/11/2017
Em mensagem de vídeo, Papa explica por que viaja a Mianmar
De 26 a 30 de novembro, o Papa Francisco realizará em uma nova viagem apostólica. Voltará na Ásia para visitar Mianmar, e depois irá a Bangladesh. Francisco enviou uma mensagem de vídeo na qual explica aos habitantes do país o motivo da sua visita: “Eu não vejo a hora de poder encontrá-los. Venho proclamar o Evangelho de Jesus Cristo, uma mensagem de reconciliação, perdão e paz”, afirma.


 

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