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Obra Missionária de Evangelização e Acolhida Social Virgem do Carmo Peregrina

13/12/2017

Marcha LGTB faz paródia da Virgem Maria abortando na Argentina, católicos reagem

Do lado de fora do templo, um grupo de manifestantes cantavam e gritavam insultos contra a Virgem Maria e carregavam uma imagem de Nossa Senhora abortando o menino Jesus. “Não sei se dá para perceber, que na repugnante imagem parodiando a Santíssima Virgem Maria, há uma abertura embaixo por onde saem as suas entranhas. Com isso, querem mostrar que Nossa Mãe Santíssima está abortando Jesus Cristo”, denunciou a paróquia através de sua conta no Facebook. No final da Eucaristia, o Pe. Daminato indicou que havia ficado sabendo deste protesto chamado “biscoito com bigodes” e tentou entrar em contato com os organizadores, mas não recebeu resposta. Por esse motivo, informou à Polícia para garantir a proteção do local. “Espero que os políticos, as pessoas que nos governam, façam alguma coisa a respeito. Quando nós precisamos realizar uma procissão, devemos pedir permissão, informar o percurso, as ruas que devem ser fechadas, etc. E, por outro lado, neste caso, este grupo pôde fazer a sua manifestação livremente e sem informar ninguém”, criticou o vigário. Apesar da ofensa grave, o sacerdote sublinhou: “Nós não devemos responder com ódio, mas sim exigir que respeitem a nossa Santa Mãe”. A paróquia Nossa Senhora das Mercedes denunciou este acontecimento através da sua conta no Facebook. A notícia provocou uma forte rejeição que envolveu o prefeito de Villa Mercedes, Mario Raúl Merlo, que prometeu utilizar todos os meios que estiverem ao seu alcance “a fim de que não se repita esta agressão com nenhum credo e nenhum grupo social”. Por sua parte, a responsável pela Área Diversidade de Gênero da localidade, Gema Rosales, esclareceu através da sua conta de Facebook que a marcha realizada no sábado, 9 de dezembro, foi aprovada pela Secretaria da Mulher #NiUnaMenos, mas a marcha “da sexta-feira, era de um grupo de pessoas que dizem representar a comunidade LGBT, mas não é verdade”, indicou. A plataforma CitizenGo lançou um abaixo-assinado para exigir respeito e para que atos como este não sejam realizados.
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