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06/02/2018

Papa: Beato Teresio, modelo de esperança e fraternidade para os jovens

Teresio foi beatificado no sábado pelo Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato, representando o Santo Padre. O purpurado recordou em sua homilia, que “ainda hoje existem no mundo 215 milhões de cristãos que sofrem perseguições e morte”.Jesus chamava os apóstolos Tiago e João de “filhos do trovão” pelo caráter forte que tinham, modelos perfeitos para Teresio Olivelli, que seguidamente brincava com o fato de ter sido batizado na Paróquia de São Tiago e por isto, também ele era uma espécie de “filho do trovão”. E de fato o era, em tudo o que fazia: no trabalho como assistente em jurisprudência na Universidade de Turim, no serviço que realizava em Cottolengo, até na decisão de se alistar, porque não suportava que o sacrifício extremo da vida fosse reservado somente aos mais pobres. Um testemunho cristão constante que o levará ao martírio, como recordou o cardeal Angelo Amato: “Falar de Teresio Olivelli é falar de um jovem entusiasta pela própria fé e amante da própria pátria. Se a Itália conferiu a ele a medalhe de ouro por mérito na guerra, a Igreja o reconheceu mártir heroico no exercício das virtudes da fé, da esperança e da caridade”. Aderiu ao fascismo até perceber que a ideologia não poderia construir a sociedade em coerência com o Evangelho que sonhava, sem guerra e sem mortos. “Quem quer me seguir, tome a sua cruz e me siga”, palavras de Jesus que ecoaram no jovem que entrou para a resistência, “sem ser da resistência”. Foi então para a guerra, sim, mas com o coração de paz que o levava não para onde havia o sucesso, mas onde havia o fracasso e a derrota. As suas armas, mesmo no conflito, foram sempre o amor ao próximo e o sacrifício de si. Por isto estava sempre pronto para socorrer seus companheiros e difundir sempre os valores da misericórdia, do perdão, da liberdade e da justiça, firmemente ancorados em uma fé solidificada: “A fé de nosso Beato era alimentada pela oração e pela Eucaristia. Durante a guerra no front russo ou na prisão nos campos de concentração, chamava a atenção a ingenuidade de sua fé, simples, convicta, manifestada com as palavras e sobretudo com as obras. Na dolorosa retirada, sustentava, consolava, confortava. Rezava e fazia rezar. Na dolorosa retirada da Rússia, os soldados encontravam acolhida e consolação religiosa em Teresio. Amava Deus, amava a igreja, amava o Papa, amava os outros com aquela caridade evangélica ensinada a nós por Jesus: amar o próximo como a si mesmo. A caridade era o tecido de sua vida”. Sempre rebelde, mas por amor, enquanto tudo ao seu redor era ódio e violência. Rebelde como todo bom cristão que leva em frente aquela revolução moral no mundo que às vezes leva até o martírio. “Na tortura comprima os nossos lábios – despedaça-nos, não nos deixe dobrar – se cairmos, faz que o nosso sangue se una ao teu inocente e àquele de nossos mortos, para fazer crescer no mundo a justiça e a caridade”. Assim escrevia na oração “Liberta-nos” e assim percorria o seu caminho rumo ao martírio, que se cumpriu no campo de extermínio nazista de Hersbruck em 1945. Não conseguiu ver o fim da II Guerra Mundial que iluminou com a sua luz de santidade; uma santidade que não é reservada somente aos consagrados, porque a salvação é de todos, como conclui o cardeal Angelo Amato: “Nem todos os Santos são sacerdotes ou religiosos. O batismo é a porta que nos introduz na vida de Deus, caridade e misericórdia sem limites. O Beato Teresio Olivelli fez de seu batismo uma fonte de energia divina feita de caridade, de bondade, de dinamismo apostólico, de testemunho heroico do Evangelho”.
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14/02/2018
Santa Sé: inserir direito à liberdade religiosa no Pacto Global sobre Refugiados
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08/02/2018
Bento XVI: "Estou peregrinando rumo à Casa"
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07/02/2018
Dia de Jejum e Oração pela Paz, participação de outras religiões
No Angelus do último domingo, 4 de fevereiro, o Santo Padre anunciou a realização de um Dia de Oração e de Jejum pela Paz, para a sexta-feira 23 de fevereiro. Em particular, pela paz na República Democrática do Congo e no Sudão do Sul.

05/02/2018
Papa: são poucos os que lutam pela vida no mundo de hoje
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26/06/2017
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