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14/02/2017

Papa Francisco: a dor é cristã, mas o ressentimento não

No centro da homilia de Francisco esteve a primeira Leitura, extraída do Livro do Gênesis, que fala de Caim e Abel. Pela primeira vez na Bíblia “se diz a palavra irmão”. É a história de uma “fraternidade que devia crescer, ser bela e acaba destruída”. Uma história – disse o Papa – que começa “com um pouco de ciúme”: Caim fica irritado porque o seu sacrifício não é apreciado por Deus e começa a cultivar aquele sentimento dentro de si. Poderia controlá-lo, mas não o faz: “E Caim preferiu o instinto, preferiu cozinhar dentro de si este sentimento, aumentá-lo, deixá-lo crescer. Este pecado que cometerá depois, que está oculto atrás do sentimento. E cresce. Cresce. Assim crescem as inimizades entre nós: começam com um pequena coisa, um ciúme, uma inveja e depois cresce e nós vemos a vida somente daquele ponto e aquele cisco se torna para nós uma trave, mas a trave nós que temos, está lá. E a nossa vida gira em volta daquilo e destrói o elo de fraternidade, destrói a fraternidade”. Aos poucos se fica “obcecado, perseguido” por aquele mal, que cresce sempre mais: “E assim cresce, cresce a inimizade e acaba mal. Sempre. Eu me distancio do meu irmão, ele não é meu irmão, é um inimigo, que deve ser destruído, expulso... e assim se destroem as pessoas, assim as inimizades destroem famílias, povos, tudo! Aquele corroer o fígado, sempre obcecado com aquilo. Isso aconteceu com Caim, e no final acabou com o irmão. Não: não há irmão. Somente eu. Não há fraternidade. Somente eu. Isso que aconteceu no início acontece a todos nós, a possibilidade; mas este processo deve ser detido imediatamente, no início, na primeira amargura, detido. A amargura não é cristã. A dor sim, a amargura não. O ressentimento não é cristão. A dor sim, o ressentimento não. Quantas inimizades, quantas rupturas”. Na missa em Santa Marta concelebram com o Papa alguns novos párocos, e Francisco diz: também nos nossos presbitérios, nos nossos colégios episcopais: quantas rupturas começam assim! Mas por que deram a sede a ele e não a mim? E por que isso? E … pequenas coisinhas… rupturas… Destrói-se a fraternidade”. E Deus pergunta: “Onde está Abel, teu irmão?”. A resposta de Caim “é irônica”: “Não sei: Acaso sou o guarda do meu irmão?”. “Sim, és tu o guarda do teu irmão”. E o Senhor diz: “A voz do sangue do teu irmão está clamando por mim, da terra”. Cada um de nós – afirmou o Papa, e também ele se coloca na lista – pode dizer que jamais matou alguém: mas “se você tiver um sentimento ruim por seu irmão, você o matou; se insultar o seu irmão, você o matou no coração. O assassinato é um processo que começa com uma coisa pequena”. Assim, sabemos “onde estão aqueles que foram bombardeados” ou “que foram expulsos”, mas “estes não são irmãos”: “E quantos poderosos da Terra podem dizer isto … ‘Tenho interesse por este território, tenho interesse por aquele pedaço de terra, por aquele outro … se a bomba cair e matar 200 crianças não é culpa minha: é culpa da bomba. Tenho interesse naquele território …’. E tudo começa com aquele sentimento que o leva a se distanciar, a dizer ao outro: ‘Este é fulano, ele é assim, mas não irmão …’, e acaba na guerra que mata. Mas você matou no início. Este é o processo do sangue, e o sangue hoje de tantas pessoas no mundo clama a Deus da terra. Mas está tudo ligado, eh? Aquele sangue lá tem uma relação – talvez uma pequena gota de sangue – que com a minha inveja, o meu ciúme fiz derramar, quando destrói uma fraternidade”. E esta é a oração conclusiva do Papa: "Que o senhor nos ajude a repetir esta sua palavra: ‘Onde está o teu irmão?’, nos ajude a pensar naqueles que “destruímos com a língua” e “a todos os que no mundo são tratados como coisas e não como irmãos, porque é mais importante um pedaço de terra do que o elo da fraternidade”.
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23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.

19/11/2017
Bispo responde a manifestantes que relacionam a Virgem Maria ao aborto
Recentemente começou a circular nas redes sociais uma foto na qual uma mulher segura uma placa associando a Virgem Maria ao aborto; frente a esta imagem o Bispo da Diocese de Frederico Westphalen, Dom Antônio Carlos Keller, deu uma resposta que contou logo com a adesão de muitos católicos. A foto em questão foi postada no Facebook no dia 13 de novembro por Letícia Bahia, diretora institucional da revista online feminista ‘AzMina’. Na imagem, uma senhora segura a placa com a afirmação: “Até Maria foi consultada para ser mãe de Deus. Católicas na luta pelo aborto legal e seguro”.


 

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