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31/05/2017

Bispo defende sacerdotes ameaçados na Venezuela

Também ocorreu o caso do Pe. Domingo Pernía, “acusado de organizar saques no povoado de Santa Ana” e criticado pelo governador de Táchira, José Gregório Vielma Mora, pois foi um dos sacerdotes que presidiu o funeral do jovem Daniel Rodríguez, assassinado durante os protestos contra o governo de Nicolás Maduro. “Acusar dois sacerdotes de serem autores intelectuais ou organizadores de saques é ignorância e a ignorância é atrevida e arrogante. Acusar sem provas é uma calúnia e a calúnia, além de ser um pecado, é um crime. Põe em perigo a integridade desses sacerdotes”, denunciou Dom Moronta em declarações ao ‘Diário Católico’. O Prelado assinalou que, como Igreja, “fomos mostrar a nossa solidariedade com aqueles que sofreram saques nas zonas populares como Barrancas”. “Nós fizemos o que deveríamos fazer”, expressou na entrevista publicada em 26 de maio. Por isso, reiterou que as pessoas que acusam os sacerdotes devem apresentar as suas provas. “Preocupam-me os anúncios que dizem: ‘Eu tenho provas’, mas não as mostram. Tenham coragem para dizer e apresentar as provas, e não suposições”, expressou. O Bispo de San Cristóbal assegurou que os sacerdotes não têm medo. “Conversei com os ameaçados, inclusive com o sacerdote que aparece em um folheto e não sabe quem o declara alvo paramilitar, ou seja, podem matá-lo. Disse e respondeu-me: ‘Bispo, eu permaneço aqui, tenho a minha consciência tranquila, o meu trabalho é com as pessoas’. Eu lhes pedi para que abram os olhos, escutem com atenção e que mantenhamos uma boa comunicação”, indicou. Perguntado se as ameaças são devido à posição da Igreja nos últimos dias, o Prelado assinalou que, “quando uma pessoa se torna defensora da verdade que nos torna livres, tem gente que não gosta e pode fazer ameaças". “Quando as ameaças se tornam públicas sabemos quem faz estas ameaças, mas quando são ocultas sabemos que são obras do maligno que está sempre na escuridão. Acho que existem pessoas que querem nos manipular (...) e a igreja não vai se prestar para isso”, afirmou. Dom Moronta rechaçou a violência e afirmou que é “contra as trincheiras e os saques”. Nesse sentido, exortou os venezuelanos a não se deixar levar “pelas paixões, nem por aquilo que nos divida e cause inquietação”. “Cristo derrubou todos os muros de divisão para criar uma nova humanidade, um verdadeiro homem novo, não o que querem nos apresentar disfarçado de coisas agradáveis ?, que no fundo é outra coisa”, assinalou. Além disso, defendeu a sua participação e a de outros sacerdotes no funeral de Daniel Rodríguez, cujo corpo foi carregado pelo Prelado. “O ato no qual participei, e que sempre participo, não foi um ato político, mas eminentemente religioso, litúrgico e humanitário, de caridade”, afirmou. Dom Moronta recordou que “um sacerdote tem a obrigação moral de enterrar o bom e o mau. Ao bom, pedindo a Deus que recompense os seus atos e ao mau pedindo para que perdoe os seus pecados”; e que não é a primeira vez que carrega um caixão. “Sempre acontece isso quando morre um familiar de um sacerdote e em outras oportunidades” por um pouco “de sensibilidade e porque às vezes não temos nada mais para dar, mas um gesto, um abraço”, indicou. Em seguida, o Prelado reiterou o rechaço dos bispos à Assembleia Constituinte convocada por Nicolás Maduro, porque “nunca será para acabar com a fome e a desesperança das pessoas, mas sim para aprofundar nas diferenças”. “Nós temos que procurar, como igreja, que as pessoas drenem e convertam as forças negativas em positivas, em energias para a construção da paz. Não é fácil, pois como você consola uma mãe quando seu filho foi assassinado? Como consola alguém que trabalhou a vida inteira e destruíram o seu armazém, o seu comércio ou fazenda? A igreja deve permanecer criando espaços para a paz”. “Um parente meu foi assassinado em Barinas em meio a esses protestos (...). O sobrinho do Bispo de San Carlos também foi baleado em Barinas... Esta loucura deve acabar, seja de onde venham essas balas”, expressou.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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