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22/06/2017

Seria amarrado e queimado “como uma cabra”, mas este padre sobreviveu graças à oração

Na terça-feira, 18 de abril, o Pe. Okwuidegbe estava se dirigindo a um retiro de silêncio com um grupo de Irmãs do Imaculado Coração de Maria. Antes de sair, o superior, Pe. Chuks Afiawari, brincou com ele: "Cuidado para não ir aonde possam te sequestrar". Quando estava a caminho da casa de retiro, um grupo de homens armados com fuzis AK47 pararam o sacerdote em seu veiculo e outro homem que estava em uma Mercedes. "Se você não sair do carro eu vou atirar", disse um dos sequestradores. Naquele dia, recordou, caminharam no meio da selva durante aproximadamente oito horas até anoitecer. Nesse momento de confusão, começou a perguntar: "Por que meu Deus, por quê? Por que está acontecendo isso comigo?". Depois que retiraram todos os seus pertences, inclusive o seu rosário, os sequestradores o agrediram e “amarraram as minhas mãos e os meus pés com uma corda, como se fossem matar uma cabra. Tiraram a minha batina e a minha camisa, me jogaram no chão e começaram a me bater com as suas armas. Bateram no meu dorso, no rosto, e me jogavam no chão. Em seguida, aproximaram um pano ao meu nariz... senti o cheiro de parafina; e um deles gritou: 'Nós vamos queimar você vivo!’”. Ante esta ameaça, relatou o sacerdote, “comecei a rezar em silêncio. Disse 'Deus, eu me entrego a ti, entrego o meu espírito' e me resignei ao que pensei ser meu destino, ao fato de que ia morrer nesse mesmo dia”. Felizmente eles não o queimaram e o desamarraram; mas o sacerdote não parou de rezar: "A cada minuto rezava várias orações. Rezei a Santo Inácio, rezei o rosário e o terço da divina misericórdia... em um momento comecei a cantar em silencio uma música de Gana que diz: Onde está Deus? Continuei cantando no meu coração e isso me ajudou a ter esperança". No segundo dia as condições não mudaram muito e ouviu que estavam negociando o seu resgate. Nesse dia não lhe deram nada para comer ou beber. O fato de pensar que havia pessoas rezando por ele, o ajudava a ter mais esperança. Quando chegou a sexta-feira, o último dia do prazo para o pagamento do resgate, algo chamou a sua atenção: "Esses sequestradores faziam ligações telefônicas da selva sem medo, nem o governo nem ninguém foi resgatar-nos. Eles estavam relaxados, não se sentiam pressionados e aproveitavam o seu tempo, e nunca sentiram que deveriam fugir. Estavam muito tranquilos na selva”, contou o Pe. Okwuidegbe. Após o pagamento do resgate, o retorno não foi fácil, mas finalmente o sacerdote poderia servir novamente no centro onde trabalhava. "Em tudo isso, Deus mostrou que nunca me abandonou na selva, inclusive quando estava fora do alcance. Deus ouviu as minhas orações e estava comigo. Se não fosse por todas essas orações, eu não teria sobrevivido isso". “Meu amor pela Companhia de Jesus foi renovado, lembro que quando cheguei ao Hekima College, em Nairobi, um rapaz de Zimbábue se aproximou de mim e disse: 'Parece que eu te conheço, você é o Padre Sam?' Respondi ‘sim’ e ele disse: ‘Nós rezamos por você no Zimbábue’. Foi maravilhoso ouvir isso”. O sacerdote lamentou que os padres continuem sendo vítimas de sequestro e exortou a que cada vez que algo assim acontecer as pessoas "informem o nosso governo e a nossa Igreja para levantar as nossas vozes e denunciar tais atos de maldade".
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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