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10/07/2017

Papa Francisco aos líderes do G20: “A guerra nunca é a solução”

O Pontífice quis oferecer a sua contribuição para a reflexão no encontro, reflexão que pode servir para avaliar os resultados obtidos no final. Para isso, Francisco se remeteu ao documento programático do seu pontificado, a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, na qual propõe quatro princípios de ação para a construção de uma sociedade fraterna, justa e pacífica: O tempo é superior ao espaço Assinalou que “a gravidade e a complexidade das problemáticas mundiais impedem soluções imediatas e satisfatórias”. Um desses problemas é o drama das migrações “inseparável da pobreza e exacerbado pelas guerras”, que constitui “uma prova”. Todavia, disse “que é possível colocar em ação processos que sejam capazes de oferecer soluções progressivas e não traumáticas” à migração, soluções que conduzam, “em tempos relativamente breves, a uma livre circulação e a uma estabilidade das pessoas que sejam vantajosas para todos”. Francisco também pediu aos Chefes de Estado e de Governo do G20 uma solução pela trágica situação do Sudão do Sul, nos Grandes Lagos, Chade, Chifre da África e Iêmen, “onde 30 milhões de pessoas não têm alimento e água para sobreviver”. A unidade prevalece sobre o conflito “A história da humanidade, inclusive hoje, nos apresenta um vasto panorama de conflitos atuais ou potenciais”, lamentou o Santo Padre. “A guerra jamais é a solução”, advertiu aos líderes mundiais. Segundo Francisco, “o objetivo do G20, e dos outros encontros mundiais parecidos, é resolver em paz as diferenças econômicas e buscar regras financeiras e comerciais comuns que permitam o desenvolvimento integral de todos”. Entretanto, esse objetivo “só será possível se todas as partes se empenharem em reduzir substancialmente os níveis de conflitualidade, deter a atual corrida armamentista e renunciar a se envolver direta ou indiretamente em conflitos, assim como não aceitarem a discutir de uma forma honesta e transparente todas as diferenças”. Sublinhou que “é uma trágica contradição e incoerência a aparente unidade em fóruns econômicos e sociais e a persistência de conflitos bélicos”. A realidade é mais importante do que a ideia “As trágicas ideologias da primeira metade do século XX foram substituídas por novas ideologias da autonomia absoluta dos mercados e da especulação financeira”. Essas ideologias, disse o Bispo de Roma, “deixam um rastro de exclusão e de descarte, e inclusive de morte”. Em vez disso, “nas vitórias políticas e econômicas, que também não faltaram no século passado, haja sempre um bom e prudente pragmatismo, guiado pela prioridade ao ser humano e pela busca de uma integração e coordenação de realidades diferentes a partir do respeito de cada cidadão de maneira especial”. O todo é superior às partes O Papa Francisco explicou que os problemas “são resolvidos em concreto e dando total atenção devido a sua peculiaridade, mas as soluções, para que sejam duradouras, não podem carecer de uma visão ampla e devem considerar as repercussões sobre todos os países e todos os cidadãos, respeitando os seus pontos de vista e opiniões”. Assim, terminou o Santo Padre, “é importante sempre fazer referência às Nações Unidas, às agências associadas e respeitar os tratados internacionais e continuar promovendo o multilateralismo, com o objetivo de que as soluções sejam verdadeiramente universais e duradouras em benefício de todos”.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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