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20/07/2017

Era detetive particular e se tornou sacerdote na festa da Virgem do Carmo

“Eles me mostraram com a sua vida o que é amar, a alegria e o compromisso que implica”, expressou. Quando terminou a escola, decidiu estudar criminologia porque valorizava o fato de que essa profissão “buscava recursos para aliviar as vidas interrompidas pela pobreza, pelas drogas e pela criminalidade”. Aos 23 anos, mudou-se para Barcelona para trabalhar como detetive. Nesta cidade, levou “uma vida que, aos olhos do mundo, era perfeita: um salário alto, uma boa vida material e uma namorada maravilhosa”. Entretanto, perguntava-se sobre o que realmente queria fazer cada vez que ia à Missa, onde se sentia interpelado pelos sacerdotes, e lia livros sobre a vida dos santos. “Com o exemplo da vida deles eu ficava admirado e cheio de bons desejos”, contou. “Um dia, depois de vários anos, o Senhor, pela Sua misericórdia, abriu os meus olhos e me mostrou a verdade da minha vida”, continuou. “O trabalho que eu tinha era um trabalho no qual se descobre a verdade, mas também descobre o lado pior das pessoas, além disso, trabalha para os mais ricos. E eu dizia: ‘Quem sou eu para revelar as misérias e as verdades de alguém’”, manifestou. Naquele momento da sua vida, decidiu aproximar- se mais da Igreja, começar a fazer voluntariado e estar próximo das pessoas que tinham uma vida dedicada a Deus. Em suas orações, pedia ao Senhor que lhe revelasse o que deveria fazer. López destacou que nunca se sentiu sozinho neste processo de discernimento, porque “além de sacerdotes, que nunca faltaram, tenho que destacar duas pessoas: a minha mãe, que sempre me incentivava a viver olhando para o céu, e a minha tia Loli, religiosa, Filha do Coração de Maria, que guiou a minha alma”. Aos 30 anos, terminou com a sua namorada, largou o trabalho e voltou para Murcia. Lá começou a estudar Teologia e fazer voluntariado para ajudar os mais pobres. Também se dedicou a cuidar da sua mãe que estava com câncer. Um dia, foi a uma vigília de oração pelas vocações, realizada no Seminário São Fulgêncio. “Nesta oração, eu me senti interpelado por Cristo na Eucaristia e senti o convite a unir a minha vida com a Sua no altar”, expressou. López entrou para o seminário em 2013, aos 32 anos. Recordou que naquele dia toda a sua família o acompanhou e que a sua mãe escreveu em seu diário: “Levemos o noivo ao seu casamento”. Ele expressou que esses últimos quatro anos de formação foram um tempo muito intenso no qual não lhe faltaram dúvidas nem tentações. Entretanto, sempre sentiu o apoio de seus companheiros, dos formadores e de seu reitor, especialmente diante da preocupação que tinha pela doença de sua mãe. O jovem também é muito grato a sua família, porque deve a eles o fato de “ser cristão e a descoberta da vocação sacerdotal”. Blas Damián López González comentou que no mesmo dia da sua ordenação completou três anos do falecimento de sua mãe. Acrescentou que recebeu a sua vocação “como fruto da graça de Deus e como fruto da vida doada de seus pais”. Blas é o último seminarista da Diocese ordenado neste ano. Em 16 de julho, a cerimônia foi realizada na paróquia de San Benito de Murcia e presidida pelo Bispo de Cartagena, Dom José Manuel Lorca Planes. No dia seguinte, o jovem celebrou a sua primeira Missa.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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