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03/08/2017

Papa retoma a Audiência Geral: A vida da Igreja é difusão de luz

Francisco recordou que para os primeiros cristãos “os antigos ritos do Batismo previam que os catecúmenos emitissem a primeira parte de sua profissão de fé mantendo o olhar em direção ao ocidente”, pois significava “o ponto cardeal do entardecer, onde morre a luz”. Assim, “eram questionados: ‘Renuncias a Satanás, a seu serviço e suas obras?’ E os futuros cristãos repetiam em coro: ‘Renuncio!’. Depois viravam e se dirigiam para o abside, em direção ao oriente, onde nasce a luz, e os candidatos ao Batismo de novo eram interrogados: ‘Crê em Deus Pai, Filho e Espírito Santo?’. E desta vez respondiam: ‘Creio!’”. O Papa explicou que, entretanto, “nos tempos modernos parcialmente desapareceu esse fascínio desse rito: perdemos a sensibilidade da linguagem do cosmo. Naturalmente ficou a profissão de fé, feita segundo a interrogação batismal, que é a própria da celebração de alguns sacramentos. Essa, todavia, permanece intacta em seu significado”. Mas, “o que significa dizer ser cristão?”, perguntou o Pontífice. “Quer dizer olhar para a luz, continuar a fazer a profissão de fé na luz, também quando o mundo está envolvido pela noite e pelas trevas”. “Os cristãos não estão isentos das trevas, externas ou internas. Não vivem fora do mundo, porém, pela graça de Cristo recebida no Batismo, são homens e mulheres ‘orientados’: não creem na escuridão, mas na claridade do dia; não sucumbem à noite, mas esperam a aurora; não são derrotados pela morte, mas desejam ressurgir; não estão inclinados pelo mal, porque confiam sempre nas infinitas possibilidades do bem”. “Nós somos aqueles que creem que Deus é Pai: Está é a luz!”, assegurou. “Cremos que Jesus veio em meio a nós, caminhou na nossa mesma vida, fazendo-se companheiro, sobretudo dos mais pobres e frágeis. Esta é a luz!”, voltou a dizer. “Cremos que todo afeto, toda amizade, todo bom desejo, todo amor, até mesmo os mais descuidados, um dia encontrarão sua realização em Deus: esta é a força que nos impulsiona a abraçar com entusiasmo nossa vida de todos os dias”. O Papa recordou outro sinal da liturgia batismal: “na conclusão do rito, aos pais e ao próprio batizado, é entregue uma vela, cuja chama é acesa no círio pascal. Trata-se do grande círio que na noite de Páscoa entra na Igreja completamente às escuras, para manifestar o mistério da Ressurreição de Jesus; daquele círio todos acendem a própria vela e transmitem a chama aos que estão próximos: naquele sinal está a lenta propagação da ressurreição de Jesus nas vidas de todos os cristãos”. Por último, indicou que “nascemos duas vezes: a primeira à vida natural, a segunda, graças ao encontro com Cristo, na fonte batismal”. “Ali morremos para a morte, para viver como filhos de Deus neste mundo. Ali nos tornamos humanos como jamais poderíamos imaginar”. “Em nós vive e age o Espírito de Jesus, primogênito de muitos irmãos, de todos aqueles que se opõem à inevitabilidade das trevas e da morte”. “Que graça quando um cristão se torna verdadeiramente ‘Cristo-foro’, ou seja, ‘portador de Jesus’ no mundo!”, exclamou. “Sobretudo para aqueles que estão atravessando situações de luto, de desespero, de trevas e de ódio”. E isto “se entende por muitos pequenos detalhes: da luz que um cristão preserva nos olhos, da profunda serenidade que não é afetada mesmo nos dias mais complicados, da vontade de recomeçar a querer bem mesmo quando se tenha experimentado muitas decepções”. Em resumo, “se somos fiéis ao nosso Batismo, difundiremos a luz da esperança de Deus e poderemos transmitir às gerações futuras razões de vida”.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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