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23/08/2017

4 sacerdotes que defenderam até o extremo o segredo de confissão

Entretanto, o Código de Direito Canônico que rege a Igreja Católica assinala que “o sigilo sacramental é inviolável; pelo que o confessor não pode denunciar o penitente nem por palavras nem por qualquer outro modo nem por causa alguma”. A seguir, os quatro sacerdotes que defenderam até o extremo o segredo de confissão. 1. São João Nepomuceno São João Nepomuceno foi um exemplo da proteção do sigilo sacramental, foi o primeiro mártir que preferiu morrer a revelar o segredo de confissão. Nasceu na Tchecoslováquia entre 1340 e 1350, em Nepomuk. Quando foi Vigário Geral da Arquidiocese de Praga, o santo foi confessor de Sofia da Baviera, esposa do rei Venceslau. O rei, que tinha crises de raiva e de ciúmes, ordenou que o sacerdote lhe revelasse os pecados da sua esposa. A resposta negativa do santo enfureceu Venceslau, que ameaçou assassiná-lo se não lhe contasse os segredos. Outro conflito entre Venceslau e João Nepomuceno aconteceu quando o rei quis apoderar-se de um convento para dar as suas riquezas a um parente e o santo o proibiu, porque esses bens pertenciam à Igreja. O rei ficou cheio de raiva e ordenou que torturassem o santo, cujo corpo foi jogado no rio Mondalva. Depois, os vizinhos pegaram o cadáver e o enterraram religiosamente, em 1393. 2. São Mateus Correa Magallanes São Mateus Correa Magallanes foi outro mártir do segredo de confissão. Foi fuzilado no México durante a Guerra Cristera por se recusar a revelar as confissões dos prisioneiros rebeldes. Nasceu em Tepechitlán (Zacatecas), em 22 de julho de 1866, e foi ordenado sacerdote em 1893. Trabalhou como capelão em diversas fazendas e paróquias. Em 1927, o sacerdote foi preso pelas forças do exército mexicano sob a ordem do general Eulogio Ortiz. Poucos dias depois, o general enviou ao Pe. Correa para se confessar um grupo de pessoas que iam ser fuziladas e depois exigiu que ele revelasse as confissões destas pessoas. Ante a resposta negativa do sacerdote, o general ordenou a sua execução. Atualmente, seus restos são venerados na Catedral de Durango. Foi beatificado em 22 de novembro de 1992 e canonizado por São João Paulo II em 21 de maio de 2000. 3. Pe. Felipe Císcar Puig Felipe Císcar Puig foi um sacerdote valenciano também considerado mártir do sigilo sacramental, porque foi martirizado durante a perseguição religiosa da Guerra Civil Espanhola (1936), depois de guardar o segredo de confissão. A Arquidiocese de Valência indicou que, de acordo com a documentação recolhida, o Pe. Císcar foi levado à prisão de Denia (Valência, Espanha), onde o Frei franciscano Andrés Ivars pediu para se confessar no final de agosto de 1936, pois suspeitava que seria fuzilado. “Depois da sua confissão, tentaram saber o que o frade havia dito e, diante do silêncio do sacerdote, os milicianos ameaçaram matá-lo”. Então, segundo declaração de testemunhas, o sacerdote respondeu: “Façam o que quiserem, mas eu não revelarei a confissão, prefiro morrer a fazer isso”. “Ao vê-lo tão seguro, levaram-no a um suposto tribunal onde foi ordenado a revelar o sigilo”, como mesmo assim ele ainda permaneceu firme em sua posição, afirmando que preferia morrer, os milicianos o condenaram à morte. Em cima de um carro, Felipe Císcar e Andrés Ivars foram levados a Gata de Gorgos e lá foram fuzilados aos 71 e 51 anos, respectivamente, em 8 de setembro de 1936. Tanto Felipe Císcar como Andrés Ivars fazem parte da causa de canonização dos “Servos de Deus Ricardo Pelufo Esteve e 43 companheiros e companheiras mártires”, que reúnem no total 36 religiosos franciscanos. 4. Pe. Fernando Olmedo Reguera Este sacerdote da Ordem dos Frades Menores Capuchinos foi assassinado em 12 de agosto de 1936 e beatificado em Tarragona em 13 de outubro de 2013. Também é conhecido como defensor do sigilo sacramental. Nasceu em Santiago de Compostela (Espanha) no dia 10 de janeiro de 1873 e foi ordenado sacerdote em 31 de julho de 1904. Foi Secretário Provincial até 1936 e logo depois, devido à perseguição religiosa, teve que deixar o convento. Depois de preso, foi insultado, humilhado, espancado e exigiram que revelasse o segredo de confissão. De acordo com a tradição, foi fuzilado por uma espécie de tribunal popular em torno do Quartel da Montanha, um local militar em Madri construído no século XIX. Os seus restos mortais estão na cripta da igreja de Jesus de Medinaceli (Madri).
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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