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20/09/2017

Papa propõe esta santa como exemplo de uma Igreja a serviço dos migrantes

O Santo Padre destacou “a grandeza da figura” de Santa Francisca Xavier Cabrini e “a atualidade do seu carisma e da sua mensagem, não só para a comunidade eclesial, mas para toda a sociedade”. “O carisma de Santa Francisca Xavier Cabrini incentiva a uma dedicação total e inteligente aos emigrantes”, assim como ela fazia com aqueles que saiam da Itália para ir ao Novo Mundo, indicou Francisco. “Esta decisão foi o fruto da sua obediência sincera e amorosa ao Santo Padre, o Papa Leão XIII, sem excluir a atenção a outros campos da ação missionária”. O trabalho da Madre Cabrini indica o caminho para a atenção aos migrantes no mundo de hoje: “Os atuais desafios populacionais, com as tensões inevitavelmente provocadas, convertem a Madre Cabrini em uma figura especialmente atual”. “De modo especial, a Santa une a atenção diante de situações de maior pobreza e fragilidade, com os órfãos e as minorias, em uma lúcida sensibilidade cultural que, em contínuo diálogo com a hierarquia local, se esforça por preservar e reanimar a tradição cristã dos que receberam em seus países de origem, uma religiosidade muitas vezes superficial, mas impregnada de uma autêntica mística popular, oferecendo, por outro lado, o caminho para uma integração plena na cultura dos países de chegada, assim como os migrantes italianos foram ajudados pelas religiosas missionárias a serem totalmente italianos e totalmente americanos”. O Papa observou como “Santa Francisca Xavier Cabrini acolheu de Deus uma vocação missionária que, naquele tempo, era singular: formar e enviar para todo o mundo mulheres consagradas com um horizonte missionário sem limites”. “Não simplesmente como auxiliadoras de institutos religiosos masculinos, mas com um carisma próprio de consagração feminina, com total disponibilidade a fim de colaborar tanto nas igrejas locais como nas diferentes congregações que se dedicavam à proclamação do Evangelho ao povo”. “Essa consagração puramente missionária e feminina nasceu da Madre Cabrini como consequência de uma união total e amorosa com o Coração de Cristo, cuja misericórdia supera todos os limites”. “Essa misericórdia vive e é transmitida a suas irmãs com um impulso de reparação do mal no mundo, provocado pelo afastamento de Cristo, que sustenta o missionário nos trabalhos que superam as forças humanas”. O Pontífice recordou “o número surpreendente e a importância das suas obras realizadas durante a sua vida na Itália, França, Espanha, Grã-Bretanha, Estados Unidos, América Central, Argentina e Brasil”. Além disso, identificou o seu trabalho missionário como um antecedente da Igreja em saída às periferias, tão presente no Pontificado atual: “O amor pelo Coração de Cristo, que se vê em um anseio evangelizador, brilha na atenção de Francisca Xavier Cabrini através do que atualmente consideramos a periferia da história”. Como exemplo disso, indicou que “um ano depois do cruel linchamento dos italianos acusados ??de ter assassinado o chefe da polícia de Nova Orleans, em Louisiana, Madre Cabrini abriu uma casa no bairro italiano com má reputação”. “A vitalidade humana e cristã dos migrantes se converte deste modo em um presente para a Igreja e para os povos que acolhem. As grandes migrações atuais necessitam de um acompanhamento repleto de amor e inteligência, como o que caracteriza o carisma cabriniano, em vista de um encontro de povos que enriqueça todos e produza união e diálogo e não separação e hostilidade”. Ao seguir o exemplo de Santa Francisca Cabrini, não devemos esquecer que a sua missão “preserva uma sensibilidade missionária não local, mas universal, que é a vocação de todo cristão e de toda comunidade de discípulos de Jesus”. O Papa Francisco concluiu sua carta convidando a ser conscientes, durante as celebrações do centenário, do trabalho da Madre Cabrini e de como se pode aplicar essa herança espiritual nos desafios que o mundo hoje apresenta.
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23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.

19/11/2017
Bispo responde a manifestantes que relacionam a Virgem Maria ao aborto
Recentemente começou a circular nas redes sociais uma foto na qual uma mulher segura uma placa associando a Virgem Maria ao aborto; frente a esta imagem o Bispo da Diocese de Frederico Westphalen, Dom Antônio Carlos Keller, deu uma resposta que contou logo com a adesão de muitos católicos. A foto em questão foi postada no Facebook no dia 13 de novembro por Letícia Bahia, diretora institucional da revista online feminista ‘AzMina’. Na imagem, uma senhora segura a placa com a afirmação: “Até Maria foi consultada para ser mãe de Deus. Católicas na luta pelo aborto legal e seguro”.


 

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