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29/09/2017

Políticos católicos veem decisão do STF sobre ensino religioso como avanço

Por seis votos contra cinco, o Supremo decidiu que as escolas públicas do país poderão continuar oferecendo o ensino religioso confessional, interconfessional ou não confessional. No mesmo dia, em um pronunciamento na Câmara dos Deputados, o deputado federal Flavinho parabenizou o STF pela “coragem de ir contra a corrente ateísta, marxista que tem crescido no nosso país e que tenta tirar das bases do nosso país os valores morais e os valores cristãos”. “O STF manteve aquilo que a Constituição, desde 1934, já tem muito claro: o nosso ensino público pode ter o ensino religioso. Assim, hoje, de forma definitiva, o STF permitiu que nós continuemos tendo ensino religioso conforme preconiza a Constituição Federal”, assinalou o parlamentar. Por sua vez, o deputado estadual do Rio de Janeiro, Márcio Pacheco, assinalou em sua página no Facebook que a decisão do Supremo “é uma excelente notícia, para cristãos e religiões de outras matrizes”. “A Constituição já prevê o ensino religioso como disciplina facultativa e os professores têm a liberdade de propagar valores da fé em suas salas de aula. Esse é o melhor caminho: ensino religioso facultativo, mas confessional; conteúdo programático pré-definido, além do respeito à pluralidade religiosa” Pacheco ressaltou que “a sociedade é plural” e, nesse sentido, “cabe Deus, cabe o transcendente e a religião – bem como o direito de não exercê-la”. Entretanto, sublinhou, “se a pessoa crê, não lhe pode ser cerceado o acesso aos valores das crenças, seja no banco da igreja ou no da escola”. A votação no STF A Constituição Federal do Brasil prevê que o ensino religioso seja oferecido como disciplina do ensino fundamental, porém com matrícula facultativa, dando ao aluno e sua família o direito de recusar esta matéria, sem prejuízo em suas notas ou frequência. Neste sentido, a votação no Supremo Tribunal Federal não dizia respeito à oferta ou não do ensino religioso nas escolas públicas, mas sim ao modo como seria oferecido, se poderia ser confessional. A votação teve início em agosto, quando o relator, o ministro Luís Roberto Barroso, foi contrário ao ensino confessional, alegando que “a simples presença do ensino religioso em escolas públicas já constitui uma exceção, feita pela Constituição, à laicidade do Estado”. “Por isso mesmo a exceção não pode receber uma interpretação ampliativa para permitir que o ensino religioso seja vinculado a uma específica religião”, afirmou o relator, que foi seguida em seu voto pelos ministros Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e pela ministra Rosa Weber. Por outro lado, os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes votaram a favor do ensino confessional e, diante do empate, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, proferiu o seu voto também favorável. Para a ministra, “não fosse com conteúdo específico de alguma religião ou de várias religiões, não vejo por que seria facultativa essa disciplina”. “Se fosse história das religiões ou filosofia – indicou –, isso se tem como matéria que pode perfeitamente e é oferecida no ensino público”. Durante o julgamento da ação da PGR, a Presidência da República e a Câmara dos Deputados, representadas pela Advocacia Geral da União (AGU) se posicionou a favor do ensino religioso confessional em uma audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso. “O Estado é laico, mas essa laicidade não significa que o Estado virou as costas para a fé, para a relação do homem com Deus. O Estado não estabeleceu uma relação de inimizade com a fé”, afirmou na ocasião a advogada-geral Grace Mendonça. Segundo ela, “o ensino religioso é ofertado pelo Estado, mas não é imposto. O Estado não pode obrigar nenhuma religião. Mas tem o dever de oferecer um ambiente favorável para que a liberdade de crença religiosa se desenvolva em um ambiente sadio”.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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