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20/10/2017

“Dan Brown não pode me citar para negar Deus”, assegura famoso cientista

Em declarações recentes à imprensa em Frankfurt, na Alemanha, por ocasião da apresentação de “Origem”, Dan Brown assegurou que se inspirou ao questionar-se: “Deus sobreviverá à ciência?”. Neste mesmo encontro, Brown deu sua resposta ‘não’ e questionou se “hoje somos ingênuos de acreditar que os deuses do presente sobreviverão e estarão aqui em cem anos?”. Segundo o escritor, Deus será substituído por “alguma forma de consciência global que percebemos e que se converterá em nossa divindade”. Entretanto, England, que se considera judeu ortodoxo, assegurou em um artigo publicado pelo jornal americano ‘The Wall Street Journal’ que “Dan Brown não pode me citar para negar Deus”. O cientista descobriu há pouco tempo que Brown incluiu um personagem fictício dele em seu livro e, embora tenha considerado que a o descreve “com elogios, o Sr. Brown está errado quando se refere ao significado da minha pesquisa”. “Um dos seus personagens explica que o personagem que corresponde no livro poderia ter ‘identificado o princípio físico subjacente que impulsiona a origem e a evolução da vida’. Se a teoria do Jeremy England fictício estiver correta, segue a sugestão, seria uma refutação transcendental de todas as outras histórias da criação. Todas as religiões poderiam se tornar obsoletas”, indicou England. Para o cientista do MIT, “é fácil criticar as teorias do meu eu fictício com base na breve descrição do Sr. Brown, mas também seria injusto”. “A minha verdadeira pesquisa sobre como os comportamentos semelhante a vida emergem na matéria inanimada está amplamente disponível, enquanto o trabalho do personagem de Dan Brown apenas é descrito vagamente”. “Não existe uma ciência verdadeira” no livro de Dan Brown “sobre a qual discutir”, assinalou. Entretanto, sublinhou: “Tenho uma grande preocupação com a atitude do meu personagem fictício no livro”, que é apresentado como “um futurista bilionário cuja missão é demonstrar que a ciência tornou Deus irrelevante”. O cientista explicou que “a linguagem da física pode ser extremamente útil para falar sobre o mundo, mas nunca pode abordar tudo o que é necessário ser dito pela vida humana”. Por exemplo, England disse que “as equações podem explicar de maneira elegante como um avião permanece no ar, mas não podem transmitir a emoção de uma pessoa ao voar sobre as nuvens”. “Estou decepcionado com o meu eu fictício por estar tão alegremente desinteressado sobre o que há além dos limites estreitos do campo técnico”, assinalou. “Eu sou cientista, mas também estudo e vivo de acordo com a Bíblia hebraica. Para mim, a ideia de que a física pode provar que o Deus de Abraão não é o criador e governante do mundo reflete um grave mal-entendido do método científico e da função do texto bíblico”. “A ciência é uma aproximação da experiência comum. Aborda o que é objetivamente mensurável ao inventar modelos que resumem a previsibilidade parcial do mundo”, indicou. “Em comparação, o Deus bíblico disse a Moisés: ‘Eu Sou o que Sou’. Ele está se referindo à incerteza que o futuro traz para todos. Nenhuma previsão pode responder completamente à pergunta do que acontecerá depois”. “Os seres humanos sempre enfrentarão uma escolha sobre como reagir ao futuro desconhecido. Os encontros entre Deus e os profetas hebreus frequentemente são descritos em termos de alianças, por um lado, a fim de enfatizar que ver a mão de Deus agindo começa com uma decisão consciente de ver o mundo de certa maneira”. England destacou que “não há nenhum argumento científico” para confiar que Deus fala através de “acontecimentos do mundo”, mas “não há nenhuma forma de que a ciência não possa refutá-lo, porque está fora do alcance da pesquisa científica”. Para o cientista americano, “a pergunta mais importante” é: “Precisamos continuar aprendendo sobre Deus? Por minha parte, à luz de tudo o que eu sei, tenho certeza que sim”.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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