Web Rádio Peregrina
Obra Missionária de Evangelização e Acolhida Social Virgem do Carmo Peregrina

Quer receber nosso informativo? Cadastre-se!

Cadastre-se e receba textos, notícias e muito mais em seu e-mail.




25/10/2017

“Nenhum produto à base de maconha cura doenças”

Em 19 de outubro, por 66 votos a favor e 4 contra, com 3 abstenções, o Plenário do Congresso do Peru aprovou a “Lei que regula o uso medicinal e terapêutico da cannabis e seus derivados”. Segundo um comunicado de imprensa do Congresso, “a iniciativa legislativa beneficiará os pacientes com câncer, epilepsia, Parkinson, entre outras doenças”. De acordo com a congressista Gloria Montenegro, uma das principais impulsionadoras da lei, esta norma beneficiará “milhares de pacientes, pois a medicina à base de cannabis é uma alternativa para aliviar os seus sofrimentos”. O Dr. Zavaleta, também membro da Academia Nacional de Medicina do Peru, explicou que a planta de cannabis, também conhecida como maconha, “tem dois elementos ativos principais, o tetraidrocanabinol (THC), considerado um analgésico leve, e o cannabidiol (CBD), que funciona como um relaxante muscular”. “Entretanto, o THC causa dependência; quanto mais quantidade, causa mais dependência”. O Dr. Zavaleta explicou que, como uso recreativo, a maconha é “fumada”, no caso “medicinal”, há “extratos de plantas que são processados ??em laboratório farmacêutico, a fim de obter um produto com elementos equilibrados que não geram intoxicação”. “Tem várias apresentações, como vaporizadores, óleo, comprimidos, cremes ou adesivos”, disse. O médico peruano precisou que “em nenhum país do mundo” está autorizado o uso do óleo de maconha para tratar convulsões. Este mecanismo, indicou, “está em uma fase experimental”. “Existem cerca de 400 tipos de convulsões. O óleo demostrou ser efetivo para as convulsões provocadas pelas síndromes de Lennox-Gastaut e Dravet. Essas condições raras fazem com que a criança tenha de 60 a 80 convulsões por dia”. Entretanto, acrescentou, “não pode ser usado qualquer tipo de óleo. Este é retirado de uma planta da maconha que não produz THC, mas tem uma grande quantidade de CBD”. “Essas são variedades muito raras, não são as que as pessoas normalmente fumam, são cultivadas especialmente para tratar este tipo de convulsões”, assinalou. A maconha, acrescentou o especialista, “não serve para o câncer de próstata, a demência ou a AIDS”. “Por exemplo, no caso do glaucoma, a evidência é muito baixa”, disse e acrescentou que “há um conjunto de condições que está sendo investigado e, à medida que tiverem mais informações, aumentará o número de doenças para o uso”. O Dr. Zavaleta destacou que “este óleo de maconha não durará eficazmente mais de dois anos”, pois “as pessoas terão que aumentar a dose; primeiramente uma gota por dia, logo depois duas, três, quatro, dez, vinte, quarenta, etc.”. “Quando chegar esse momento, as pessoas terão que voltar a usar os anticonvulsivos, que não são eficazes para todos os casos”, assinalou. O médico peruano também advertiu sobre “preparar um óleo de maconha com elementos caseiros, que não são farmacêuticos, porque estes poderiam ter componentes tóxicos”. “Além disso, usar a maconha de maneira recreativa pode ser prejudicial, devido ao seu alto nível de THC, que pode afetar o desenvolvimento cerebral das crianças”, assinalou. Entrevistado em fevereiro deste ano, o Dr. Lenin De Janon Quevedo, médico pesquisador do Instituto de Bioética da Pontifícia Universidade Católica da Argentina (UCA), assinalou que “a cannabis medicinal deve passar por todos os controles rigorosos que qualquer outro tipo de medicamento. Não deve estar isento desses controles”. “Neste debate, por trás dos indivíduos que sofrem estas doenças estão pessoas que promovem o livre consumo da maconha. Mas não só o livre consumo, porque, de fato, o consumo é praticamente liberado e não penalizado, mas a livre produção, comercialização e distribuição da maconha”, assinalou. Para o Dr. De Janon Quevedo, “o debate deve amadurecer” e não deve deixar de considerar os testemunhos, basear-se “em dados objetivos, os mais objetivos possíveis”. A agência governamental Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos adverte em seu site que até agora “a maconha não foi aprovada como um remédio seguro e eficaz para algum diagnóstico” e adverte que “remédios não comprovados podem ter consequências desconhecidas”. De acordo com o Instituto Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos, a FDA “requer estudos cuidadosamente realizados (ensaios clínicos) em centenas de milhares de seres humanos para determinar os benefícios e riscos de uma possível medicação”. “Até agora, os pesquisadores não realizaram suficientes ensaios clínicos em grande escala que demostrem que os benefícios da planta de maconha (...) superem os seus riscos em pacientes que devem receber tratamentos”, indica o organismo norte-americano. De acordo com os Centros para o Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, “cerca de 1 a cada 10 usuários de maconha se tornará dependente. Para as pessoas que começam a consumi-la antes dos 18 anos, esse número cresce de 1 a 6 usuários”.
Imprimir

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.

19/11/2017
Bispo responde a manifestantes que relacionam a Virgem Maria ao aborto
Recentemente começou a circular nas redes sociais uma foto na qual uma mulher segura uma placa associando a Virgem Maria ao aborto; frente a esta imagem o Bispo da Diocese de Frederico Westphalen, Dom Antônio Carlos Keller, deu uma resposta que contou logo com a adesão de muitos católicos. A foto em questão foi postada no Facebook no dia 13 de novembro por Letícia Bahia, diretora institucional da revista online feminista ‘AzMina’. Na imagem, uma senhora segura a placa com a afirmação: “Até Maria foi consultada para ser mãe de Deus. Católicas na luta pelo aborto legal e seguro”.


 

© Obra Missionária Virgem do Carmo Peregrina. Todos os direitos reservados

Site desenvolvido por Vetorial Soluções Corporativas
Obra Missionária Virgem do Carmo Peregrina