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27/10/2017

Papa Francisco conversa com astronautas da Estação Espacial Internacional

Nesta conversa, o Papa mudar de papel e, por uma vez, não era ele quem respondia as perguntas, mas quem as formulava. Em sua primeira pergunta, Francisco recordou que “a astronomia te faz contemplar os horizontes mais distantes do Universo e suscita em nós as perguntas: de onde viemos, para onde vamos? Pergunto-lhes, à luz de sua experiência no espaço: Qual é seu pensamento sobre o lugar do homem no Universo?”. Em sua resposta, o astronauta italiano reconheceu que é uma “pergunta complexa”. Assinalou que ele, como engenheiro, considera-se “uma pessoa técnica. Encontro-me no meu ambiente rodeado por máquinas, por experimentos”. Por isso, “quando se fala desses temas muito mais internos, fico um pouco perplexo. É um discurso muito delicado. Creio que o nosso objetivo aqui seja conhecer o nosso ser e o que está ao nosso redor. E se trata de algo interessante, porque mais conhecemos, mais percebemos que conhecemos pouco. Gostaria muito que pessoas como o senhor – teólogos, filósofos, poetas e escritores – pudessem vir aqui no espaço, e não somente físicos e engenheiros. Isso aqui será realmente o futuro; gostaria que viessem aqui para explorar o que significa ter um ser humano no espaço”. Logo após, o Santo Padre fez uma segunda pergunta sobre a pintura que tinha em suas costas e que representava o verso com o qual Dante conclui a Divina Comédia: ‘O Amor que move o Sol e as outras Estrelas’. “Pergunto-lhes: qual sentido tem para vocês, que são todos engenheiros e astronautas, chamar o amor de força que move o Universo?”. O astronauta russo Alexander Misurkin respondeu a esta pergunta. Explicou que esses dias no espaço estava lendo ‘O Pequeno Príncipe’, “para refletir. Nele se faz referência a um menino que ofereceria voluntariamente sua própria vida para voltar à terra e salvar as plantas e os animais. Substancialmente, o amor é a força que dá a capacidade de dar a vida pelo outro”, concluiu. “Essa resposta é certa”, disse satisfeito o Papa. “Sem o amor não é possível dar a própria vida pelo outro. Isso é certo. Vê-se que vocês entenderam a mensagem que tão poeticamente explica Saint-Exupéry e que vocês, os russos, têm no sangue, em vossa tradição tanto humanística como religiosa”. Em seguida, questionou “uma curiosidade”. “O que os motivou a se tornar astronauta? O que lhes dá felicidade no tempo que passam na Estação Espacial?”. Sergey Ryazanskiy, astronauta também de nacionalidade russa, explicou que “estamos presentes aqui pessoas de diferentes países. Cada um de nós tem sua própria história, cada um seguiu seu próprio caminho para se tornar um astronauta. Minha história começou com meu avô, que era engenheiro chefe de projetos de satélites como o Sputnik e, para mim, é uma grande honra continuar aquilo que ele fazia, continuar seus sonhos no espaço”. O astronauta norte-americano Randolph Bresnik também quis responder esta pergunta: “O que vejo daqui é uma perspectiva incrível. A possibilidade de ver a Terra um pouco com os olhos de Deus, e ver a beleza deste planeta. Com nossa velocidade orbital de 10 km por segundo, vemos a Terra com olhos diferentes. Vemos uma Terra sem confins, vemos uma Terra onde a atmosfera é extremamente sútil e olhar a Terra deste modo nos permite pensar como seres humanos, de como todos deveríamos trabalhar juntos e colaborar por um futuro melhor”. “A resposta de vocês me alegra!”, exclamou Francisco. “Os avós e o olhar de Deus sobre o mundo. Isso nos leva a pensar em nossas raízes. Não esqueçam nunca suas raízes! Viajar pelo espaço modifica muitas coisas que se dão por desconhecidas na vida cotidiana, por exemplo, a ideia do norte e do sul, de cima e baixo. Há algo em particular que, vivendo na Estação Internacional os tenha surpreendido, e algo que os tenha atingido porque os confirmou algo mesmo aí em um contexto tão diferente?”. O astronauta norte-americano Mark T. Hei assinalou que “aquilo que me surpreendeu é o ver as coisas que parecem o mesmo que na terra, mas que no espaço são irreconhecíveis. às vezes, me aproximo de algo que é familiar, mas de um ângulo totalmente diferente e, a princípio, me parece algo desconcertante”. Em sua última pergunta, o Papa assinalou que “nossa sociedade é muito individualista e, no entanto, na vida é essencial a colaboração. Penso em todo o trabalho que têm dentro de uma empresa como a de vocês. Podem me dar um exemplo significativo de colaboração na Estação Espacial?”. Esse exemplo foi dado pelo astronauta norte-americano Joseph Acaba. “A Estação Espacial Internacional é um grande exemplo de cooperação internacional, como pode ver pelo fato de que a tripulação esteja formada por astronautas de diferentes países e que, para nossos trabalhos diários, estejamos em contato com centros de controle distribuídos por todo o mundo”. “Nossa diversidade nos faz fortes. Trabalhando juntos, podemos fazer mais coisas do que atuando individualmente”, finalizou.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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