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04/11/2017

Escritor com síndrome de Down impactou o Congresso dos EUA com esta mensagem

Frank Stephens é ator, escritor, porta-voz da Global Down Syndrome Foundation e membro da equipe administrativa de Special Olympics no estado da Virgínia. Com um discurso de apenas 7 minutos clamou contra a “solução final” contra as pessoas com síndrome de Down. O seu discurso na Câmara de Deputados dos Estados Unidos ocorreu durante uma comissão sobre investigação científica, questão que Stephens aproveitou para fazer uma introdução brilhante ao seu discurso. “Para que não haja confusão, quero dizer que não sou cientista nem pesquisador. Entretanto, ninguém sabe mais da vida de uma pessoa com Síndrome de Down do que eu. Seja o que for que aprenderam hoje, lembrem-se disso: sou um homem com Síndrome de Down e a minha vida vale a pena”, começou Stephens. Sem abandonar a ironia, também denunciou aqueles que defendem que um ser humano é susceptível de ser morto antes de nascer, abortado, pelo fato de ter Síndrome de Down. Em sua opinião, é uma ideia “profundamente influenciada por um preconceito ultrapassado” sobre o que significa viver com Síndrome de Down. O próprio Stephens fala da sua experiência: “Eu tenho uma vida muito interessante. Eu dei aula em universidades, atuei em um filme que foi premiado, em um programa de televisão premiado no Emmy e dei uma palestra a milhares de jovens sobre o valor da inclusão”. “Visitei duas vezes a Casa Branca e não tive que pular a cerca”, comenta brincando antes de dizer, solenemente: “Realmente, acho que eu não precisaria justificar a minha existência”. Entretanto, Stephens oferece três argumentos para aqueles que “questionam o valor das pessoas com Síndrome de Down”. O primeiro é que “nós somos um presente médico para a sociedade, um plano para a pesquisa médica sobre o câncer, o Alzheimer e os transtornos do sistema imunológico”. O segundo, o grau de felicidade das pessoas com Síndrome de Down. Stephens recolhe o resultado de um estudo realizado na Universidade de Harvard, que mostra como as pessoas com Síndrome de Down, seus pais e irmãos percebem a sua vida com um grau de felicidade muito maior do que o normal. “Somos uma fonte incomum e poderosa de felicidade. Sem dúvida, a felicidade tem um valor”, diz Stephens. O terceiro argumento apresentado para aqueles que questionam o valor e a dignidade intrínseca da vida das pessoas com síndrome de Down é que a sua existência serve como testemunho, de termômetro ou de alerta. “Nós somos o canário na mina de carvão. Damos ao mundo a oportunidade de pensar sobre a ética de escolher quais seres humanos merecem uma oportunidade de viver”, explica. Finalmente, Frank Stephens pede para que não sigam o exemplo da Islândia ou da Dinamarca, onde, recentemente, foi divulgado o dado chocante de que 100% das pessoas que são diagnosticadas com Síndrome de Down em seu desenvolvimento intrauterino são impedidas de nascer devido ao aborto. “Sejamos os Estados Unidos, não a Islândia ou a Dinamarca. Busquemos respostas, não ‘soluções finais’”, implora Stephens, fazendo um paralelo com a brutalidade nazista com o povo judeu.
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24/11/2017
Estados Unidos: Celebrarão Missa em memória das vítimas do Estado Islâmico
Na terça-feira, 28 de novembro, o Arcebispo Caldeu de Erbil, no Iraque, Dom Bashar Warda, celebrará uma Missa na Arquidiocese de Washington, Estados Unidos, em memória das vítimas do genocídio perpetrado pelo Estado islâmico (ISIS) contra os cristãos. Este evento, organizado pelos Cavaleiros de Colombo, será realizado durante a celebração da semana de conscientização pelos cristãos perseguidos, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, cujo lema é “Solidariedade no sofrimento”.

23/11/2017
Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família
Luca di Tolve ganhou o ‘Mister Gay’ na Itália, nos anos 1990, mas a sua história ficou conhecida no mundo depois que o cantor Giuseppe Povia escreveu a música ‘Luca era gay’. Agora escreveu o livro ‘Eu era gay’, no qual explica porque e como mudou radicalmente de vida. Em entrevista concedida ao Grupo ACI, Luca di Tolve conta que teve uma infância muito difícil. “Meus pais sempre discutiam e depois de algum tempo se separaram. A minha mãe me criou sozinha e, quando chegava tarde do trabalho, eu ficava com uma família vizinha, onde todas eram meninas e criticavam o meu pai porque tinha nos abandonado”, explica.

22/11/2017
Sínodo dos Bispos sobre jovens já tem data e relator será um Cardeal brasileiro
O próximo Sínodo dos Bispos sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional” será realizado entre os dias 3 e 28 de outubro de 2018, segundo anunciou a Santa Sé através de um comunicado de imprensa, no qual informou ainda que o relator geral será o brasileiro Cardeal Sérgio da Rocha. A Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos divulgou a data no final da reunião do seu XIV Conselho Ordinário, que aconteceu na Cidade do Vaticano nos dias 16 e 17 de novembro, presidida pelo Papa Francisco.

21/11/2017
A civilização humana começa no ventre da mãe, afirma Cardeal
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Daniel DiNardo, incentivou a “amar e proteger a vida humana inocente desde o momento que Deus a cria” e assegurou que “a civilização começa no ventre”. Em sua mensagem aos bispos dos Estados Unidos, em 13 de novembro, durante a Assembleia Geral da USCCB de 2018, o Cardeal DiNardo os encorajou a se unirem ao Papa Francisco para apoiar uma reforma migratória integral, promover políticas pró-vida que respeitem a dignidade humana e mantenham as famílias unidas.

20/11/2017
Papa Francisco: Na fragilidade dos pobres há uma força salvífica
“Amar o pobre significa lutar contra todas as pobrezas, espirituais e materiais”, afirmou o Papa Francisco durante a Missa por ocasião do 1º. Dia Mundial dos Pobres instituído pelo mesmo Pontífice. Na manhã de hoje, Francisco presidiu uma Eucaristia em que muitos pobres participaram e também disse que “Nos pobres manifesta-se a presença de Jesus, que, sendo rico, se fez pobre”. “Por isso neles, na sua fragilidade, há uma força salvífica. E, se aos olhos do mundo têm pouco valor, são eles que nos abrem o caminho para o Céu, são o nosso passaporte para o paraíso”.


 

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