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23/11/2017

Ex-gay italiano se converteu pela intercessão de Maria e hoje é pai de família

“Eu não tive esse modelo masculino para o qual olhar e, na verdade, cresci com ódio do meu pai, pela situação na qual eu e a minha mãe estávamos. Eu não podia jogar futebol com meus colegas porque não sabia como jogar”, recorda. Na adolescência, começou a sentir uma atração por um colega da sua turma. “Ele era o mais alto, o mais forte, o mais atlético e inteligente... E eu via nele tudo o que queria ser e comecei a gostar dele. A minha mãe se preocupou porque à noite eu dizia o seu nome, levou-me ao psicólogo e lhe disse que eu era homossexual e que ela tinha que aprender a me amar assim. Mas ninguém tinha me perguntado o motivo dessa atração, por que tinha essa tendência ou onde teve a sua origem”, conta Luca di Tolve. Aos 16 ou 17 anos, Luca se tornou amigo de um menino de uma escola próxima que também era gay e que o levava a discotecas e aos lugares gays. “Nesses ambientes, tentei me recuperar de todo o sofrimento que passei no colégio e me contrataram para dançar nesta discoteca. Eles me pagavam aproximadamente 150 euros, que para um menino tão jovem era muito dinheiro”, relata ao Grupo ACI. Depois se apresentou no primeiro concurso ‘Mister Gay Itália’ e ganhou. “A minha ambição era ser alguém famoso, conhecido. Vivia na rua mais cara de Milão, ia aos desfiles de moda e conheci Dolce Gabanna, Gianni Versace e todos os estilistas. Eu passava as minhas férias em Sardenha, no barco de um amigo e ao lado estava Madonna e outras celebridades”. A depressão e a conversão Em uma vida desenfreada, um dos seus namorados morreu de AIDS. “Nessa época, eu tinha 25 anos e vários amigos morreram de AIDS, assim como o meu namorado. Antes de morrer, dei para ele uma pequena imagem da Virgem, talvez por tradição, e as suas últimas palavras foram: por que isso tem que acontecer comigo? Depois da sua morte, me apeguei às coisas do mundo, frequentava a academia, frequentava muitas festas, mas comecei a entrar em uma depressão porque não consegui encontrar a paz”. Depois de uma viagem, começou a sentir-se mal e permaneceu hospitalizado durante um mês, foi diagnosticado como soropositivo, ou seja, portador do HIV, e tinha que começar imediatamente o tratamento para não desenvolver a doença. “Então, entendi que não há nada no mundo que possa ajudar a enfrentar a morte. Começou a cair o meu cabelo, a minha pele estava muito ruim... e esta situação, para um jovem narcisista como eu, era duplamente terrível”. Passando por uma profunda depressão, no pior momento, Luca viu um terço e uma imagem da Virgem que estava na sua casa como decoração. “Naquele momento, pensei que a Virgem realmente existe e com essa consciência eu rezei o terço e aconteceu algo inacreditável. Caí de joelhos e comecei a sentir uma paz profunda como nunca senti, era o amor da Virgem que, com os braços abertos, me encorajava a seguir em frente. Chorei muito e desde então só escutava a Radio Maria, porque queria rezar todos os terços que pudesse para sentir essa paz novamente”. Encontrou a força para sair de casa e ir se confessar em uma igreja próxima. “Na confissão, percebi que justificava tudo o que tinha feito, como ser prostituído, pela dor que tinha dentro de mim”, recorda. Depois de voltar à fé, Luca continuava tendo atração pelo mesmo sexo, mas encontrou o grupo internacional Living Waters, que ajuda pessoas nessa situação. “Pensei que não perderia nada se tentasse e a Virgem tinha me tido para seguir em frente”. Ele fez um caminho que durou mais de um ano e meio. Um dia, Luca percebeu que já não sentia nenhuma atração por homens. “Tinha ido passar o dia na praia com meus amigos do grupo, permanecia horas conversando com um com o outro. E nesse momento percebi que, em uma situação que antes teria me excitado, agora não sentia nada, já não me sentia atraído”. Uma família Luca viajou a Medjugorje com a sua paróquia e lá pediu à Virgem para encontrar uma mulher para formar uma família. Ele teve um relacionamento que logo depois terminou com uma colega de trabalho e, no verão, decidiu voltar ao mesmo santuário mariano para participar de um festival de jovens. “Lá eu conheci uma garota que tinha ido no mesmo grupo que eu, era linda, começamos a conversar. Começamos a sair e eu lhe contei a verdade, tudo o que tinha acontecido na minha vida, porque queria ser sincero com ela. Fiquei surpreendido porque ela me respondeu com muita doçura: ‘Não me importo com quem você era antes, mas com quem você é agora. Se você é sincero e quer viver assim, sigamos em frente’”, recorda. Dois anos depois, esta jovem e Luca se casaram. Os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) assinalam que uma “carga viral indetectável” de HIV “reduz a possibilidade de transmissão do vírus” a um parceiro sexual e “é bom para a saúde geral de uma pessoa HIV positivo”. Esta baixa carga viral pode ser alcançada tomando medicamentos diariamente contra o HIV e seguindo o tratamento apropriado. Depois de alguns anos sem ter filhos, a esposa de Luca engravidou e teve uma menina. Segundo explica ao Grupo ACI, o seu objetivo é “que quem quiser receber ajuda em sua atração pelo mesmo sexo possa fazê-lo livremente. Eu fiz isso e sou muito feliz, gostaria que quem estivesse na mesma situação pudesse escolher livremente”. Luca e sua esposa fundaram o grupo Lot Regina della Pace, no qual se dedicam a ajudar outras pessoas que tenham feridas e dependências a nível emocional, relacional, de identidade sexual, de abuso e violência e que têm dificuldade em ter relacionamentos bons e saudáveis com os outros.
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13/12/2017
20 anos depois, uma mãe agradece a mulher que a convenceu de não abortar
Durante 10 anos, pelo menos um dia por semana, Karen Swallow se dedicou a ajudar as mães que queriam abortar. Ela calcula que viu cerca de 2.500 mulheres entrarem em lugares que praticam abortos. Uma dessas mulheres que ela ajudou, 20 anos depois enviou-lhe uma mensagem de agradecimento. Karen Swallow é uma mulher que durante 10 anos, sem faltar o seu compromisso, ia uma vez por semana na porta de uma clínica abortista ajudar as mulheres que pensavam em acabar com a vida dos seus filhos antes de nascer.

12/12/2017
Papa adverte aos hospitais católicos sobre o perigo de converter-se em negócios
O Papa Francisco enviou uma importante advertência aos hospitais católicos através da Mensagem do Dia Mundial do Doente do próximo ano, para pedir que evitem a mentalidade empresarial, ou seja, transformados em meras empresas que descartam os pobres. Francisco assegura que a história da Igreja em relação ao cuidado dos doentes é uma herança que “ajuda a preservar os hospitais católicos do risco duma mentalidade empresarial, que em todo o mundo quer colocar o tratamento da saúde no contexto do mercado, acabando por descartar os pobres”.

11/12/2017
O Advento é um tempo para reconhecer os vazios a serem preenchidos em nossa vida, diz o Papa
Antes de rezar o Ângelus na manhã de hoje, o Papa Francisco explicou novamente o significado do Advento e afirmou que é um momento propício para mudar de comportamento. “É um tempo para reconhecer os vazios a serem preenchidos em nossa vida, para aplainar as asperezas do orgulho e criar espaço para Jesus que vem”, afirmou. O Santo Padre assinalou que, por exemplo, “um vazio em nossa vida pode ser porque não rezamos ou rezamos pouco”. “O Advento é o momento favorável para rezar com mais intensidade, para reservar à vida espiritual o lugar importante que lhe cabe”.

08/12/2017
Hoje a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição
Neste dia 8 de dezembro, a Igreja celebra a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, o dogma de fé segundo o qual a Mãe do Jesus foi preservada do pecado desde o momento de sua concepção, ou seja, desde o instante em que começou sua vida humana. Em 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX, depois de receber inúmeros pedidos de bispos e fiéis de todo o mundo, ante mais de 200 cardeais, bispos, embaixadores e milhares de fiéis católicos, declarou com sua bula “Ineffabilis Deus”:

07/12/2017
Arcebispo à ONU: Os cristãos são parte da solução, não do problema do Iraque
Um painel reunido na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) analisou recentemente as sequelas da ocupação do Estado Islâmico (ISIS) na planície de Nínive, no Iraque, e destacou que os cristãos devem ser considerados parte da solução para levar a paz e os direitos humanos.


 

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