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Obra Missionária de Evangelização e Acolhida Social Virgem do Carmo Peregrina

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27/11/2017

Papa Francisco recorda que Jesus julgará as pessoas pelo seu serviço aos necessitados

“O Evangelho de hoje começa com uma visão grandiosa. Jesus se dirige aos seus discípulos e diz: ‘Quando o Filho do Homem vier em sua glória, acompanhado de todos os anjos, então se assentará em seu trono glorioso’. Esta é a apresentação solene da história do Juízo Universal”, explicou. Então, o Juízo começará: “Disse-lhes aos que estão à sua direita: ‘Vinde! Recebei como herança o Reino que meu Pai vos preparou desde a criação do mundo! Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; eu estava na prisão e fostes me visitar”. Ante essa afirmação, “os justos ficam surpresos, porque não se lembram de ter encontrado antes Jesus e muito menos de tê-lo ajudado daquela forma. Então Ele declara: ‘todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’”. “Estas palavras – continuou o Papa - nunca deixam de nos surpreender, porque nos revela até que ponto chega o amor de Deus: até o ponto de se colocar em nosso lugar, mas não quando estamos bem, saudáveis e felizes. Não, só quando estamos necessitados. E desta forma, escondida, Ele se deixa encontrar, nos estende a mão, como um mendicante”. Assim, “Jesus revela o critério decisivo de seu juízo, ou seja, o amor concreto pelo próximo com dificuldades. E assim revela o poder do amor, a realeza de Deus: solidário com quem sofre para suscitar em todos os lugares atitudes e obras de misericórdia”. “A parábola do Juízo continua apresentando o Rei que afasta de si aqueles que durante a sua vida não se preocuparam pelas necessidades de seus irmãos. Também neste caso, eles ficam surpresos e perguntam: ‘Senhor, quando foi que te vimos com fome, ou com sede, como estrangeiro, ou nu, doente ou preso, e não te servimos?’. Deste modo, queriam dizer: ‘Se tivéssemos visto, certamente teríamos ajudado!’ Mas o rei responde: ‘Todas as vezes que não fizestes isso a um desses pequeninos, foi a mim que não o fizestes!’”. O Pontífice insistiu: “No fim de nossas vidas, seremos julgados pelo amor, isto é, pelo nosso esforço concreto em amar e servir Jesus em nossos irmãos menores e necessitados”. E recordou: “Aquele mendicante, aquele afamado, aquele encarcerado, aquele doente é Jesus. Pensemos nisto”. “Jesus virá no final dos tempos para julgar todas as nações, mas vem a nós todos os dias, em muitas maneiras, e nos pede para acolhê-lo. Que a Virgem Maria nos ajude a encontrá-lo e recebê-lo em sua Palavra e na Eucaristia, e ao mesmo tempo, nos irmãos e irmãs que sofrem com a fome, a doença, a opressão, a injustiça”, concluiu.
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13/12/2017
20 anos depois, uma mãe agradece a mulher que a convenceu de não abortar
Durante 10 anos, pelo menos um dia por semana, Karen Swallow se dedicou a ajudar as mães que queriam abortar. Ela calcula que viu cerca de 2.500 mulheres entrarem em lugares que praticam abortos. Uma dessas mulheres que ela ajudou, 20 anos depois enviou-lhe uma mensagem de agradecimento. Karen Swallow é uma mulher que durante 10 anos, sem faltar o seu compromisso, ia uma vez por semana na porta de uma clínica abortista ajudar as mulheres que pensavam em acabar com a vida dos seus filhos antes de nascer.

12/12/2017
Papa adverte aos hospitais católicos sobre o perigo de converter-se em negócios
O Papa Francisco enviou uma importante advertência aos hospitais católicos através da Mensagem do Dia Mundial do Doente do próximo ano, para pedir que evitem a mentalidade empresarial, ou seja, transformados em meras empresas que descartam os pobres. Francisco assegura que a história da Igreja em relação ao cuidado dos doentes é uma herança que “ajuda a preservar os hospitais católicos do risco duma mentalidade empresarial, que em todo o mundo quer colocar o tratamento da saúde no contexto do mercado, acabando por descartar os pobres”.

11/12/2017
O Advento é um tempo para reconhecer os vazios a serem preenchidos em nossa vida, diz o Papa
Antes de rezar o Ângelus na manhã de hoje, o Papa Francisco explicou novamente o significado do Advento e afirmou que é um momento propício para mudar de comportamento. “É um tempo para reconhecer os vazios a serem preenchidos em nossa vida, para aplainar as asperezas do orgulho e criar espaço para Jesus que vem”, afirmou. O Santo Padre assinalou que, por exemplo, “um vazio em nossa vida pode ser porque não rezamos ou rezamos pouco”. “O Advento é o momento favorável para rezar com mais intensidade, para reservar à vida espiritual o lugar importante que lhe cabe”.

08/12/2017
Hoje a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição
Neste dia 8 de dezembro, a Igreja celebra a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, o dogma de fé segundo o qual a Mãe do Jesus foi preservada do pecado desde o momento de sua concepção, ou seja, desde o instante em que começou sua vida humana. Em 8 de dezembro de 1854, o Papa Pio IX, depois de receber inúmeros pedidos de bispos e fiéis de todo o mundo, ante mais de 200 cardeais, bispos, embaixadores e milhares de fiéis católicos, declarou com sua bula “Ineffabilis Deus”:

07/12/2017
Arcebispo à ONU: Os cristãos são parte da solução, não do problema do Iraque
Um painel reunido na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) analisou recentemente as sequelas da ocupação do Estado Islâmico (ISIS) na planície de Nínive, no Iraque, e destacou que os cristãos devem ser considerados parte da solução para levar a paz e os direitos humanos.


 

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